(continuação)
- Que estás
a fazer com esse peixe? perguntou essa tal voz grave e alta que
vinha do sol.
- É o meu
pai, o sol (voz
baixa)
sabes ele é muito resmungão.- afirmou o raio de sol para o
peixinho -Pai
ele é meu amigo, é o meu primeiro amigo, bem ... o meu segundo
amigo. O pai é que é o primeiro amigo.
- Pirolito,- chamou
o raio de sol-
tens um lápis ou uma caneta?
- Tenho
uma caneta, se quiseres, toma.- respondeu o peixinho.
- Oh,
obrigado és muito simpático.- afirmou o raio de sol- Pai, escreva-me aqui o seu
nome.
E o Sr.
Sol escreveu o seu nome no raio de sol.
-Peixinho,
tens uma tesoura?- perguntou
o raio de sol.
- Eu... tenho, mas para quê?!- perguntou o peixinho admirado.
- Já vais
ver.- respondeu
o raio de sol-
Pai corte-me para me separar de si, porque eu quero viver com o
Pirolito.- pediu
o raio de sol seguro do que dizia. E o sol, um pouco atrapalhado,
lá se separou da sua filha.
- Pirolito,
dá-me um nome se faz favor.- pediu o raio de sol.
- És
menino ou menina?
- Sou
menina.- respondeu
o raio de sol.
- Amy fica
giro para ti.- afirmou
o Pirolito.
Amy ia
ficando apaixonada por Pirolito e vice-versa. Uns meses mais
tarde casaram-se sem padre nem nada, e chegaram a dar filhos
luminosos, ou seja, com corpo de peixe e cor de um raio de sol.
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História
escrita por INÊS
DE JESUS
Q4
Q.E.S.- Queen Elisabeths' School
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