A VIDA AMOROSA DOS GATOS
Aristóteles homenageava o
"temperamento" das
gatas que se entregavam ao namoro dos machos "sem grandes circunspecções e
pudores". Por outro lado, Buffon comentava: "A fêmea é habitualmente mais
apaixonada que o macho, coisa rara nos animais; ela convida-o, procura-o, chama-o,
proclama com fortes miados a intensidade do seu desejo, ou melhor, o excesso das suas
necessidades. "Qualquer gato, por mais reservado que seja, transforma-se
completamente quando está "apaixonado": quer seja macho ou fêmea, abandona o
ritmo regular de vida, esquece-se de comer, de dormir e, às vezes, do seu asseio, para se
dedicar completamente ao par.
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