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Subordem
MISTICETI (engloba
as onze espécies de baleias actualmente conhecidas. Nestes animais
os dentes foram substituídos por estruturas de natureza dérmica
denominada barbas, localizadas no maxilar superior . As barbas, que em
algumas espécies podem atingir 800, são utilizadas para filtrar
pequenos crustáceos e peixes, que constituem a base de alimentação
das baleias. Para além das barbas, os misticetes possuem ainda um
espiráculo duplo, isto é, as narinas externas comunicam com
o exterior por meio de dois orifícios).
| BALEIA COMUM |
23 metros de comprimento máximo |
| BALEIA SARDINHEIRA |
16 metros de comprimento máximo |
| BALEIA ANÃ |
10 metros de comprimento máximo |
| BALEIA CORCUNDA |
16 metros de comprimento máximo |
Subordem ODONTOCETES
(incluí todas as espécies de golfinhos e cachalotes. estes
animais caracterizam-se por possuirem dentes (de 2 a mais de 250 consoante
as espécies) e um único orifício respiratório
(espiráculo simples).
| CACHALOTE |
15 metros de comprimento máximo |
| CACHALOTE-PIGMEU |
3 metros de comprimento
máximo |
| ZÍFIO |
6 metros de comprimento
máximo |
| BALEIAS-DE-BICO |
5 metros de comprimento
máximo |
| ORCA |
8 metros de comprimento
máximo |
| BALEIA-PILOTO |
6 metros de comprimento
máximo |
| GOLFINHO-COMUM |
2,20 metros de comprimento máximo |
| ROAZ-CORVINEIRO |
3 metros de comprimento
máximo |
| GRAMPO |
3 metros de comprimento
máximo |
| GOLFINHO-RISCADO |
2,20 metros de comprimento máximo |
| BÔTO |
1,50 metros de comprimento máximo |
HÁ CETÁCEOS EM
PORTUGAL?
A presença de cetáceos
tem sido assinalada, com alguma regularidade, ao longo de toda a costa
portuguesa, existindo numerosos registos de ocorrência de animais
mortos nas praias (arrojamentos) ou observados em grupos mais ou menos
numerosos a partir de pontos altos da costa. O aparecimento de cetáceos
mortos nas praias, em especial quando se trata de grandes baleias, provoca
sempre alguma agitação nas populações locais
e atrai a presença de um número considerável de curiosos
que querem ver de perto o "grande peixe diferente dos que se conhecem".
(Dados
extraídos da publicação do ICN-Divisão de Habitats
e Ecossistemas, 1998, «BALEIAS E GOLFINHOS»,
com textos de MARINA SEQUEIRA e ilustrações de JOÃO
CARLOS FARINHA)
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